sábado, 21 de maio de 2011

Olha o Vumíto aí manolo!


Hoje meu dia foi cheio. Logo pela manhã fui em busca de um Desktop novo. Já que o meu já deu o que tinha que dar. Fomos então eu e Eudi rodar pela gloriosa Taquara. Depois de uma busca avançada, olhei o relógio e percebi que era o horário de intervalo da Mari. Saquei meu celular, liguei para ela e nos encontramos.
Logo que a deixei no curso fui procurar o meu tão sonhado casaco da Adidas usado por MD2 e Chorão no acústico MTV do CBJR. Circulei um pouco e não achei o bendito, não me frustrei mais pq sabia que as chances de eu achar esse casaco por essas bandas não existiam. Depois de rodar a taquara inteira atrás de um casaco e um PC, chegou a hora de eu encontrar um amigo das antigas que eu não vejo tem tempo. Marcamos de nos encontrar na minha Igreja por volta de 11:30. Cheguei na Igreja eram 10:50 e não havia ninguém. Esperei um pouco e logo avistei a moça (que eu não lembro o nome agora) que teria a chave da Igreja. Beleza! - pensei - vou poder esperar lá dentro e degustar uma água gelada.

Entrei na Igreja e depois de beber a água fui matar meu tempo tocando um pouco de teclado. Liguei a criança e fui acabar de tirar a música do André Valadão que vamos tocar em breve. Olhei no relógio e percebi que já eram 11:30. Fui então esperar o maroto lá na porta da Igreja, e lá fiquei por mais 30 minutos. Depois de perceber que havia levado um bolo, fui ao Prezunic para comprar algo para mastigar na caminha de volta para a Taquara, aonde a dona Mariana me esperava para irmos almoçar e depois visitar um abrigo perto da casa dela. Fomos então até a minha casa para que pudesse tomar um banho e trocar a roupa, mas, resolvi, não sei pq, colocar um tênis, coisa que eu não faria se estivesse no meu estado normal. De fato eu estava nervoso com a visita ao abrigo pois não sabia qual seria a minha reação diante do que eu veria.
Coloquei o tênis e fui levar a Mari em casa para que ela fizesse o mesmo. Depois fomos andando até o abrigo e encontramos com alguns amigos, que iriam nos acompanhar na visita. Depois da visita e de me espantar com a bravura das mulheres que conduzem aquele abrigo, fomos para a nossa segunda casa que é o Center Shopping. Como eu não tinha almoçado direito, estava faminto. 
Resolvemos comprar os ingressos para o filme e depois comer algo. Eu e a Mari estávamos enjoados, talvez pelo nervosismo. Mas mesmo assim fomos ao McDonalds e pedimos um Tasty para mim e um Mac para ela.
Depois de entupirmos as nossas barrigas com esse veneno delicioso fomos andar para dar a hora de entrar no cinema. Passamos por diversas lojas e chegamos a Cacau Show, que vende um Fondue de morango que a dona Maricota adora. Resultado: Comer mais besteira. Chegamos na fila do cinema e ela já não agüentava mais comer. Enjoados ficamos, mais ainda depois de saber que o filme era dublado. Depois do ótimo filme, fomos para a praça andar um pouco e eu não resisti ao Açaí de R$5,50 e caí dentro.
Chegamos a conclusão que estava na hora de parar de comer e ir para casa. Chegamos no prédio e os pais dela não estavam em casa, sentamos e esperamos eles lá embaixo, como fazemos sempre. E aí meu amigo, aí que a parada começou a borbulhar. Meu estômago estava quase explodindo. Os coroas chegaram, nos despedimos e eu fui andando para o ponto com uma baita vontade de chamar meu amigo Hugo. Como a música me destrai bastante, liguei o iPod e coloquei na faixa "I Got Woman" do Ray Charles interpretado pelo talentoso John Mayer. Cheguei no ponto e o ônibus logo apontou na curva, fiz sinal e entrei no vermelhinho 691. Como de costume, abaixei o volume quando entrei no ônibus. Passei o Riocard e fui sentar naquele lugar de sempre, tá ligado? Aquele lugar do ônibus que é perfeito para mim e que estava vago. Fui andando até o lugar e sentei como se não houvesse banco. Só que como estava no meu mundinho não olhei no que tinha no chão perto do meu querido lugar, e pisei com toda vontade. Depois que senti aquela coisa gosmenta e escorregadia, fiquei super feliz por estar de tênis. Pois é meus amigos, eu pisei no vomito de uma pessoa que, provavelmente, tinha bebido pela primeira vez e perdeu as estribeiras. É lógico, que eu não ia ficar sentado ali sentindo esse cheiro de Skol com frango a passarinho, fui trocar de lugar e vi o dono do vomito.
Estava sentado do lado oposto de onde a coisa estava, bem longe para fugir da culpa. Percebi que tinha sido ele pela roupa suja e pelo cheiro que estava vindo dele. O que me deixou mais bolado foi que ninguém do ônibus teve a boa vontade de gritar: "AÍ NÃO! Tem VUMÍTO!"
Desci do ônibus e o que eu vi? Dois mlqs chamando o conhecido Hugo. Pensei: Será esse um sinal de que eu tenho que chamar também?

E agora cá estou eu. Mais enjoado que uma grávida.
Dia enjoado. =/

terça-feira, 17 de maio de 2011

Caí.


Depois de anos sem me machucar, eu bati o pé.
Fiquei frustrado com o acontecimento por ser algo que não acontecia há tempos.
A última vez que eu cai e me machuquei foi na Escola Silveira Sampaio, mas foi aquele tombo para vc guardar na memória pra sempre.
Eu estava jogando o meu basquete de cada dia no horario do recreio. Você pode imaginar a cena. Mais de 300 adolescentes, professores, visitantes, atletas e as cameras da segurança estavam no local. Ouvi me chamarem: "Thassio, ta faltando um! VEMMM!!". Fui na velocidade da luz, né amigo? Mas para a surpresa de muitos, não foi nessa hora em que a minha pessoa estabacou no chão causando um tsunami na poça de chuva local, nãããooo! Foi uma besteira que me fez cair e me sujar de lama.
A bola tinha saido pela lateral e eu fui buscar, quando do nada... Tropecei e caí. Amigo, não foi aquele tropeço de boa que vc recupera o equilíbrio e sai andando. Foi daqueles que vc pensa: Caio de frente ou de lado? E lá fui eu, que escolhi cair de lado, marcar meu nome na hora do recreio da escola. Foram meses agüentando a zoação da galera, até acontecer as olimpíadas e a menina errar o colchão no salto em altura. Foi tipo:

- Caracaa meu irmão, seu tombo foi neurótico!
- Pô, nem fala. Ta doendo até hoje.
- Mlq, vc levou metade do terreno da escola na orelha pra casa! Dava até pra construir outra! HAHAHAHAHAHA
- Tá bom cara. Mas to sentindo que hoje você vai esquecer o meu tombo e começar a zuar outro.
- Mlq, acho que isso nunca vai acontecer.

  Duas horas depois:

- Muúuleque! Você viu o estabaco da fulana? Esqueceu de mirar o colchão! Esse foi pior que o seu!!!!
-Não te disse, sou sinistro.

Realmente, para quem curte atletismo e conhece o salto em altura sabe que errar o colchão é dar com as costas no chão.
Desse dia em diante eu prometi pra mim que não ia mais cair em público.
Continuo mantendo. Tombo no banheiro não é cair em público.
: P

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Trabalho


Estava pensando na minha carreira profissional.
Comecei cedo, com 16 anos eu fui contratado por uma multinacional como jovem aprendiz no Senai. Durante um ano eu realmente estudei e ralei para permanecer no curso. Aulas de português, matemática, diagramação, entre outras, tomavam o meu tempo. Depois disso ia pro Senai para jogar Ping-pong. É a vida, rs. Depois de 2 anos como aprendiz o contrato chegou ao fim, e passei a procurar emprego. Achei um que estava bem ao meu lado. Fui trabalhar como  Aux Administrativo na distribuidora onde meu pai era Gerente geral e a minha irmã era Assistente Administrativo (faltava minha mãe nas relações públicas e o Guilherme como mascote). Enfim, depois de um mês na empresa pensei: vou morrer aqui como auxiliar, pra ser promovido tenho que passar por cima da Talita e, pensando mais alto, por cima do Eudi. Não tive alternativa, fui procurar emprego novamente. Fiz dezenas de entrevistas e mais dezenas de redações, por fim, fui chamado para ser, novamente, jovem aprendiz em uma conceituada Consultoria que atua a mais de 45 anos no mercado.. Fiquei contente com a empresa e em saber que eles davam oportunidade para promoção de cargo, mas triste por saber que ia começar do zero.

Minha história com a Consultoria começou antes de eu começar no meu pai. Participei de 3 etapas antes e fui reprovada na ultima por não ter agradado o Gerente. No dia da entrevista com o Gerente eu me preparei muito, mas passei mal no dia e acabei indo pra entrevista apenas para ser mais uma na contagem. Pois bem, meses depois eles me ligam me oferecendo a mesma vaga. E lá fui eu de novo passar por mais uma levar de entrevistas, redações e testes psicológicos. Enfim, fui contratado e fiquei 2 anos nessa consultoria.
Sofri muito. Trabalho pesado, pressão constante, estresse a flor da pele e uma equipe desmotivada.
Beleza, manolo. Conheci figuras importantes para minha vida e pessoas que eu desejava não conhecer.
Com 1 ano de empresa, surgiu a primeira oportunidade para ser promovido. Um estagiário tinha pedido demissão e eles iam precisar de alguém para ficar em seu lugar, pensei: Caraca meu irmão, é a minha chance. Tirando o meu amigo Osmar (que estava na mesma situação que eu) eu era o mais indicado para ser promovido. Você foi promovido? Pois é, nem eu. Eu e Osmar ficamos na reserva, ficamos iguais ao Rivaldo qnd o São Paulo foi eliminado da Copa do Brasil.
O desânimo nos pegou. Começamos a "cagar" para o serviço." Se me mandar embora é lucro, quero que se exploda" - dizíamos. Depois de esperar alguns meses no banco de reservas, ficamos sabendo que poderíamos, enfim, ser escalados. Ficamos nervosos e enfim veio a escalação. Seu nome tava nela? Pois é, nem o meu. O critério de desempate foi o tempo de casa. Meu querido amigo tinha UM mês a mais na empresa. Fui pra reserva de novo. Mas aí, veio uma reestruturação na equipe. Vagas novas iriam abrir e no mieo delas estava a minha. Fui, então, promovido a Auxiliar de Departamento Pessoal.
Mas para a minha surpresa só receberia aumento de trabalho. Disseram-me que eu tinha que esperar o contrato de aprendiz acabar para poder ser promovido. Fiquei triste, mas feliz em saber que algo eu receberia depois disso tudo. Em novembro de 2010 eu tive meu salário reajustado para a função que eu exercia. Não querendo me gabar, mas uma moça me chamava de "referência" do DP.

Passaram alguns meses e eu fui ficando insatisfeito com as condições de trabalho. Comecei a ficar meio revolts. Não procurei emprego, mas me ofereceram, aceitei, pedi demissão, me despedi e fiquei feliz.

Moral da história: Deus ta no controle mermão!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Madureira, lá laiá!


Como é bom o transporte público da cidade do Rio de Janeiro! Inspirador! Por motivos de força maior, fui de ônibus para o trabalho e de cara fui reparando um monte de coisas que no percurso pela Linha Amarela não conseguiria. A Linha Amarela é uma praga onde eu só via carros e ouvia  buzinas, por Madureira foi diferente. Não que o trânsito seja menos pesado, mas tive uma visão privilegiada de algumas coisas. Exemplo: hoje eu vi o andamento da BENDITA obra que proporcionará uma coisa tão horrenda quanto o trem que sai da Central do Brasil para Japerí às 18hs da tarde de uma quarta feira, o nosso "AMADO" Metrô. Quem faz a Integração Trem-Metrô sabe do que eu estou falando, é pura tensão da Cinelândia até a Central. Passei na frente do "Restaurante do Cidadão" (uma coisa dessas) que vende um café da manhã pela bagatela de R$0,35 e um almoço por R$1,00. O que me fez pensar muito na palavra "Cidadão". Vamos ao Aurélio: "Indivíduo no gozo dos direitos civis e políticos de um estado livre." 
Não sei como o Governo do RJ faz para manter esse restaurante, mas penso que o público alvo desse estabelecimento ficaria mais feliz tendo educação de qualidade, Hospitais bem preparados, Trabalho e uma vida social boa (Sonhei alto?rs). Depois passei na frente do Olimpo (não sei se é antes ou depois, mas acho que é nessa ordem) onde havia um cartaz que me convidava para a Guerra dos Sexos. Como assim? Quem disse que estamos em guerra? Tudo bem que as mulheres ganham menos ocupando o mesmo cargo que homens, que ainda há uma discriminação que diz que lugar de mulher é só na cozinha ou atrás de um tanque... Fato é que o "sexo frágil" vem fazendo conquistas importantes.


Depois, resolvi parar de olhar para fora do ônibus e começar a observar o interior. Vi um possível casal Gay que, aparentemente, estavam comemorando a união instável conquistada recentemente, um casal de velhinhos que me encantou por ainda estarem juntos depois de tanto tempo, vi uma estudante de direito desesperada com a prova da OAB, uma aluna de escola pública atrasada, um bebê que fazia bolinhas com o cuspe (arte que só as crianças sabem), um engravatado que retirou a aliança do dedo e colocou no bolso, uma moça dando condição pro engravatado, reparei na lerdeza do motorista, da falta de paciência do trocador e na alegria do vendedor ambulante.


Após reparar isso tudo, tentei reparar em mim. 
Não vi nada. ;D


Abraços!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Mais hein?


Sabe quando as pessoas ao seu redor estão comentando sobre algumas coisa que elas não sabem, mas que (MUAHAHAHAHA - Risada maléfica) você já sabe? Pois é. Passei por isso recentemente. E o pior é que o que eu sabia não poderia ser descoberto por elas através das minhas palavras. Passei alguns perrengues com isso. As pessoas perguntavam pra mim e eu simplesmente as ignorava: "Você sabe quanto foi o jogo do Flamengo Thassio?" Respondo: Nem sabia que o Flamengo tinha jogado ontem, ganhou de quanto?". Que sensação horrível de não poder falar a verdade! Estava nesse impasse a quase um mês, me sentia vitorioso por controlar a minha singela matraca evitando uma INEVITÁVEL fofoca. Eu tinha que ficar calado até um certo dia, onde, apenas eu, sabia que a tal coisa seria enfim exposta me livrando do cárcere privado mental que eu estava. MAAAAS, uma bendita, que comentava do assunto, olhou nos meus olhos e disse:" Hei, você deve saber de alguma coisa, né?"
Imediatamente desviei do assunto dizendo: "Eu? Ta maluca? Como eu iria saber disso?" Mas as mulheres, eu digo, TODAS as mulheres, adoram saber das coisas antes que elas aconteçam (letra pra dona Mariana Ferreira que quer saber da surpresa antes dela acontecer. Vê se pode?), e eu estava no meio de um grupo de mulheres, ou seja, foi decretada a minha execução. Me senti oprimido, como os presos que foram torturados para que o EUA achassem o dono das 70 Virgens. É lógico que daí por diante, negar que eu sabia de alguma coisa seria estupidez. Elas perceberam pela minha cara e pelo meu "comportamento" que eu estava sabendo de alguma coisa. Como disfarçar? Como não contar?

Foi difícil, mas eu consegui. Com as minhas esquivadas à la Matrix, consegui fugir daquela roda e com a velocidade do Flash me afastei.
Chegamos onde tínhamos que chegar e de cara todo mundo ficou sabendo do assunto. Senti-me O Mestre em guardar Segredos!

Talvez seja um dom. Sei lá, vai saber.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Arrumamalaê!


Segunda feira, dia 02 de maio de 2011, mais ou menos 8:30 da manhã. Chego no trabalho e vou tomar aquele café esperto. Pego o pão fresquinho, corto, coloco o queijo e o presunto, desligo o iPod, tiro o fone do ouvido e ouço: Pois é, né? Até que fim eles conseguiram o que queriam. Mas foi uma morte tão feia... tsc tsc tsc. Como sou extremamente mau humorado pela manhã, resolvi não adentrar na conversa que estava rolando na copa. Apenas comi o meu pão, dei uma golada no café e subi para a minha sala. Ligo o computador, meu notebook, coloco o iPod pra carregar, conecto a internet e abro na Globo.com. Como tinha uma coisa para fazer pela manha, apenas abri o site. Abri outra aba e fui cuidar dos meus afazeres. Deu 9hs uma companheira de trabalho chegou, me deu bom dia e comentou com a outra: Você viu? O Osama morreu! WHAATTTT?????? – gritei – Como isso é possível, cara? Onde? Como? Quando? Quem? Eram tantas as dúvidas que eu pensei:  a GLOBO.COM ta aberta! EU SOU MT BURRO! Fui na velocidade da luz com o ponteiro do mouse na aba da Globo e estava estampado lá:”Presidente Barack Obama anunciou hoje a morte do terrorista Osama Bin Laden.”  Fiquei pasmo com a notícia. Às vezes a minha falta de interesse na vida alheia me deixa por fora de acontecimentos como esse. Algo a trabalhar de forma moderada. Loguei no Twitter e só havia piadas com o, como diziam: o maior campeão de pique esconde do mundo. Nada me frustra mais do que noticia de morte de pessoas que não conheceram o que eu conheço (Se vc não conhece  me perguntar que eu conto ;D ). 

Fiquei pensando em um possível encontro com ele e o que eu argumentaria:” Pô, mandou explodir os prédios errados, barbudo. Pra que esse ódio no coração?”. O pior disso tudo é que pessoas vão continuar a segui-lo e vão querer vingança contra aqueles que mataram seu líder – se cuida ai EUA, os barbudos vão partir pra cima!- E essa guerra nunca terá fim.

Por fim, parabenizo o EUA por bombardear o Afeganistão inteiro em busca do Osama perdido e encontrá-lo 10 anos depois no Paquistão.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Primeiro Post/FOFOCA

Qual é a regra do relacionamento com o próximo? Beleza, eu sei que não posso matar uma pessoa. Mas também sei que não posso ser esmagado, de outras maneiras, para satisfazer a vontade de alguns. Hoje, vou falar sobre a fofoca. "Ah que assunto chato, já sei vou sair espalhando para todos que o seu post é chato". A frase dita é um tipo de fofoca (sou péssimo com exemplos, tentei), quase ninguém faz fofoca (duvido) e quase ninguém se torna vítima desse ato pouco conhecido entre, nós, brasileiros. Pois é, mas acabei sendo vítima dessa praga que acompanha a humanidade. Explicarei: um ser humano (#foreveralone) quer deseja conquistar a confiança de outro ser humano apela para artimanhas como essa. Sofri? Não. Me faz mal? Também não. Mas o que leva uma pessoa inventar sobre a vida de outra pessoa apenas para ficar "amiguinho" do Sr Fulano? Como era falado na minha escola do ensino fundamenta: Falem mal, mas falem de mim! Só manéra um pouco nessas mentiras. Eu acho que a resposta é o nosso "medinho" (Confira a definição clicando aqui) de ficar sozinho e viver forever alone no mundo. Bom, não vou escrever muito no primeiro post, até porque estou sem tempo. O blog já existia em outro lugar mas eu não usava. Tive alguns incentivadores para tal feito. Primeiro: matar minha vontade de escrever para mts pessoas sem precisar mandar e-mails ou carta para cada um... acho que esse resume tudo. Abraços